Inglês Jurídico: uma única palavra mal lida pode custar milhões e você está prestes a entender por quê
São Paulo, 2019. Dra. Fernanda recebe um contrato de joint venture com um parceiro texano. Primeira linha: The parties hereinafter referred to as Seller and Buyer hereby covenant and agree. Ela domina inglês fluente, mas aquelas palavras parecem de outro século. Hereinafter? Covenant? Por que não simplesmente agree?
Naquele momento, ela descobriu que existe um inglês paralelo, falado exclusivamente em tribunais e escritórios de advocacia ao redor do mundo. Um idioma dentro do idioma.
Em 2018, uma empresa brasileira de logística perdeu 4,2 milhões de dólares em arbitragem internacional em Londres. O motivo? Uma única palavra trocada no contrato: may no lugar de shall. No inglês comum, a diferença seria irrelevante. No Legal English, may é permissão. Shall é obrigação mandatória. Quando surgiram os atrasos, o fornecedor alegou que a entrega era opcional e o tribunal deu razão a ele. Quatro vírgula dois milhões por uma palavra.
Esse é o inglês jurídico: preciso, técnico, carregado de séculos de jurisprudência e completamente diferente do inglês que qualquer curso convencional ensina. Este curso foi construído para quem atua ou pretende atuar em contextos jurídicos internacionais e precisa dominar essa linguagem sem margem para erro.
O que você vai aprender
- Por que o Legal English é um idioma à parte: vocabulário com raízes no latim, francês normando e inglês antigo, arcaísmos que desapareceram do inglês cotidiano mas sobrevivem nos tribunais, e a lógica de precisão absoluta que exige termos diferentes para cancel, terminate e end
- Shall, may e will: os três modais que transformam obrigação em permissão e permissão em simples previsão — e como a confusão entre eles resultou em disputas milionárias
- Doublets e triplets jurídicos: por que contratos dizem null and void em vez de apenas void, o que significa cease and desist, e a origem histórica dos pares que garantem ênfase e eliminam ambiguidade interpretativa
- Common Law versus Civil Law: como os sistemas funcionam, por que stare decisis e tort não têm equivalentes no vocabulário jurídico brasileiro, e como um advogado de São Paulo precisa pensar para se comunicar com um escritório de Londres
- Vocabulário processual essencial: plaintiff, defendant, lawsuit, liability, rights, duties — com exemplos de disputas reais e como cada termo aparece em contratos e petições internacionais
- Latinismos do Legal English: habeas corpus, prima facie, bona fide e outros termos que o inglês manteve em latim enquanto o português os traduziu — e por que dominá-los é essencial para qualquer profissional que atue com direito internacional
- Contratos internacionais: como redigir e revisar cláusulas de confidencialidade, indenização, rescisão e responsabilidade com a precisão que o mercado global exige
- Correspondência jurídica profissional: como escrever e-mails, cartas e pareceres para escritórios estrangeiros no registro formal que o contexto exige
Diferenciais do curso
- Curso 100% gratuito, sem nenhum custo de acesso
- Casos reais com valores concretos: disputas de arbitragem, contratos de franquia e joint ventures onde a terminologia jurídica incorreta gerou prejuízos milionários
- Foco no que diferencia o inglês jurídico do inglês geral — não um curso de inglês com exemplos jurídicos, mas um curso de Legal English de verdade
- Cobertura dos cinco contextos onde o inglês jurídico aparece na prática: contratos, arbitragem, fusões e aquisições, propriedade intelectual e correspondência profissional
- Exercícios de transformação de frase informal para Legal English ao final de cada aula
- Curso 100% online para estudar no seu ritmo, onde e quando quiser
Contratos internacionais, arbitragens, due diligence, parcerias globais — tudo isso está do outro lado do inglês que você ainda não domina.
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